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Paraquedismo: Cursos de Formação

Postado em: sábado, abr 16, 2011

A definição do esporte chamado paraquedismo você encontra em qualquer lugar na internet, isso inclui também a forma de ingressar nesse esporte radical! Ou seja, basta pesquisar no Google, encontrar as escolas, as áreas de saltos e agendar um salto duplo.

O salto duplo é a primeira experiência com a queda livre no paraquedismo a 12.000 pés e se você curtiu muito vai querer saltar sozinho. É ai que começa a maioria das histórias no paraquedismo.

Temos dois tipos de cursos de formação de paraquedismo no Brasil, o ASL (Accelerated Static Line) e o AFF (Accelerated Free Fall). O ASL é um curso em moldes antigos, ou seja, você não tem queda livre e seu paraquedas é acionado através de fita fixa na aeronave. O mais moderno e seguro é o AFF que começa com a teoria, normas de segurança e tem duração de 8 horas (um dia todo praticamente) e é nesta fase que o iniciante recebe informações detalhadas sobre o equipamento, saída do avião, posição do corpo durante a queda livre, abertura do paraquedas, navegação com o paraquedas aberto, pouso, procedimentos de emergência e todas as informações necessárias para que ele realize o primeiro salto de paraquedas.

Após o aluno ter sido aprovado na teoria, o curso passa para a parte prática. Esta etapa é formada por um conjunto de 8 saltos, todos a 12.000 pés, com queda livre de aproximadamente 50 segundos, sendo que nos 3 primeiros saltos o aluno sairá acompanhado por 2 instrutores, que durante toda a queda livre passarão instruções para aperfeiçoar os movimentos. A partir do 4º salto o aluno saltará apenas com um instrutor que irá avaliar o seu desempenho.

Em todos os saltos, após a abertura do paraquedas, um instrutor de solo passa orientações de vôo para o aluno através de um rádio.

O curso de paraquedismo faz uso de técnicas de instruções modernas, eficientes e equipamentos que dispõem de todos os dispositivos de segurança recomendados e de última geração.

Percebemos uma deficiência hoje em dia no esporte, que se dá depois da formação deste atleta, isto é, o mesmo fica perdido, pois muitas escolas deixam de orientar seus recém formados e com isso os iniciantes acabam fazendo saltos sem objetivos.

O que queremos dizer é que depois de formado, o atleta pode seguir várias modalidades, mas antes tem que fazer alguns saltos, se familiarizar com seu equipamento e fazer transição de velame, pois até o 12 º salto ele esta usando equipamento de estudante. Essa transição, ou seja, mudança de velame pode variar dependendo do desempenho do atleta.

Quando o aluno chega a marca de 25 saltos ele se torna um atleta categoria A e é nesse momento que ele poderá iniciar o BBF (Basic Body Flight), um curso criado pela Skydive University para aprender a voar o básico do seu corpo em queda livre na posição de frente ao solo.

Quando o atleta se sentir confortável, ou seja, bem em relação ao seu equipamento e tempo de resposta do seu corpo em relação ao vento, ele pode dar inicio aos cursos de pilotagem de velame, pouso de alta performance, FQL, TRV, Freefly, Freestyle, Wingsuite e Skysurf que são as modalidades dentro do paraquedismo.

Hoje o CNP (Centro Nacional de Paraquedismo) conta com instrutores para todas essas modalidades.

Segue a classificação dos atletas por número de saltos:

Categoria A – 25 saltos

Categoria B – 60 saltos

Categoria C – 150 saltos

Categoria D – > 400 saltos

Mais informações sobre formação e cursos de especialização no paraquedismo: rodrao@quedalivre.com.br

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