Paraquedismo em Boituva | Queda Livre

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Um esporte chamado Paraquedismo

Postado em : sábado, abr 16, 2011

O intuito da Queda Livre Paraquedismo é trazer mais informação para seu atleta, incentivando e estimulando o mesmo a praticar e investir nas modalidades do esporte.

Cada vez mais o mercado brasileiro de atletas paraquedistas cresce e com ele o investimento em patrocínio e campeonatos. O esporte precisa de repercussão nacional para crescer e ganhar notoriedade para competir mundialmente.

O paraquedismo no exterior tem outra força. Tem muito mais credibilidade nos campeonatos, patrocínios e até no mundo publicitário.

Hoje o esporte é em muitas vezes pode ser visto como um outdoor em movimento com enorme potencial de mídia espontânea e grande impacto.

A Queda Livre Paraquedismo e outros atletas já realizaram alguns eventos em demonstrações públicas e propaganda, mas ainda esta engatinhando nesse sentido.

O medo e o preconceito ainda são grandes. Alguns investidores ainda acham que existe risco de terem suas marcas envolvidas em acidentes é certo, mas acidentes em corridas de carros e motos são infinitamente maiores.

Isso tudo é questão de criar cultura e não tem jeito melhor do que formar novos atletas e promover eventos que divulguem os talentos e segurança envolvida em todo o processo.

A formação de novos paraquedistas é muito importante, principalmente no momento de escolher a modalidade que mais se enquadra a seu perfil. Isso potencializa o desempenho e as habilidades do atleta, evitando que o mesmo perca tempo.

Se o paraquedismo e a publicidade pudessem formar uma parceria, teríamos mais tempo e verbas para formar novos atletas, alem disso, o apoio de prefeituras em demonstrações públicas, como aniversario da cidade, trariam o esporte mais para perto do público em geral. O paraquedismo ainda é um esporte elitizado, mas o que muitos não sabem é que hoje ele é acessível para qualquer um que queira experimentar, basta ter coragem e vontade!

Mais informações sobre formação e cursos de especialização no paraquedismo: rodrao@quedalivre.com.br

Paraquedismo: Cursos de Formação

Postado em : sábado, abr 16, 2011

A definição do esporte chamado paraquedismo você encontra em qualquer lugar na internet, isso inclui também a forma de ingressar nesse esporte radical! Ou seja, basta pesquisar no Google, encontrar as escolas, as áreas de saltos e agendar um salto duplo.

O salto duplo é a primeira experiência com a queda livre no paraquedismo a 12.000 pés e se você curtiu muito vai querer saltar sozinho. É ai que começa a maioria das histórias no paraquedismo.

Temos dois tipos de cursos de formação de paraquedismo no Brasil, o ASL (Accelerated Static Line) e o AFF (Accelerated Free Fall). O ASL é um curso em moldes antigos, ou seja, você não tem queda livre e seu paraquedas é acionado através de fita fixa na aeronave. O mais moderno e seguro é o AFF que começa com a teoria, normas de segurança e tem duração de 8 horas (um dia todo praticamente) e é nesta fase que o iniciante recebe informações detalhadas sobre o equipamento, saída do avião, posição do corpo durante a queda livre, abertura do paraquedas, navegação com o paraquedas aberto, pouso, procedimentos de emergência e todas as informações necessárias para que ele realize o primeiro salto de paraquedas.

Após o aluno ter sido aprovado na teoria, o curso passa para a parte prática. Esta etapa é formada por um conjunto de 8 saltos, todos a 12.000 pés, com queda livre de aproximadamente 50 segundos, sendo que nos 3 primeiros saltos o aluno sairá acompanhado por 2 instrutores, que durante toda a queda livre passarão instruções para aperfeiçoar os movimentos. A partir do 4º salto o aluno saltará apenas com um instrutor que irá avaliar o seu desempenho.

Em todos os saltos, após a abertura do paraquedas, um instrutor de solo passa orientações de vôo para o aluno através de um rádio.

O curso de paraquedismo faz uso de técnicas de instruções modernas, eficientes e equipamentos que dispõem de todos os dispositivos de segurança recomendados e de última geração.

Percebemos uma deficiência hoje em dia no esporte, que se dá depois da formação deste atleta, isto é, o mesmo fica perdido, pois muitas escolas deixam de orientar seus recém formados e com isso os iniciantes acabam fazendo saltos sem objetivos.

O que queremos dizer é que depois de formado, o atleta pode seguir várias modalidades, mas antes tem que fazer alguns saltos, se familiarizar com seu equipamento e fazer transição de velame, pois até o 12 º salto ele esta usando equipamento de estudante. Essa transição, ou seja, mudança de velame pode variar dependendo do desempenho do atleta.

Quando o aluno chega a marca de 25 saltos ele se torna um atleta categoria A e é nesse momento que ele poderá iniciar o BBF (Basic Body Flight), um curso criado pela Skydive University para aprender a voar o básico do seu corpo em queda livre na posição de frente ao solo.

Quando o atleta se sentir confortável, ou seja, bem em relação ao seu equipamento e tempo de resposta do seu corpo em relação ao vento, ele pode dar inicio aos cursos de pilotagem de velame, pouso de alta performance, FQL, TRV, Freefly, Freestyle, Wingsuite e Skysurf que são as modalidades dentro do paraquedismo.

Hoje o CNP (Centro Nacional de Paraquedismo) conta com instrutores para todas essas modalidades.

Segue a classificação dos atletas por número de saltos:

Categoria A – 25 saltos

Categoria B – 60 saltos

Categoria C – 150 saltos

Categoria D – > 400 saltos

Mais informações sobre formação e cursos de especialização no paraquedismo: rodrao@quedalivre.com.br

Paraquedismo em Boituva – Salto duplo

Postado em : segunda-feira, dez 20, 2010

A Queda Livre Paraquedismo esta em Boituva há 20 anos trazendo adrenalina e encantando a todos que desafiam seus limites!

 Salto duplo é a primeira experiência nessa aventura alucinante chamada paraquedismo. Tudo começa com um breve treinamento em solo de aproximadamente 10 minutos, nele você vai aprender as posições dentro e fora do avião e em seguida parte para ser equipado. Depois de estar devidamente uniformizado, você embarcará no avião junto com seu instrutor, que ficará preso a você.

Vocês estarão usando equipamentos de última geração, garantindo assim a qualidade e segurança do seu salto. Já dentro do avião, você e seu instrutor levarão 15 minutos para atingir a altura desejada (12.000 pés), enquanto isso você curte da janela do avião o visual da cidade de Boituva e seu instrutor vai lhe apontando a altitude de vocês. Assim que Boituva lhe parecer bem pequena e vocês atingirem a altura combinada, o seu verdadeiro e alucinante contato com o paraquedismo começará com a queda livre, ou seja, seu salto poderá atingir até 240km/h e depois de aproximadamente 50 segundos seu paraquedas abrirá e durante 6 minutos você vai curtir um passeio alucinante pelo céu de Boituva e poderá contar a todos que paraquedismo é para quem se permitir sonhar e realizar!!!

Não deixe de registrar essa experiência, afinal estamos na era de compartilhar tudo através da web e nada melhor do que ter sua aventura em foto e/ou vídeo!

O salto duplo no paraquedismo tem algumas normas para idade e peso. Poderão participar crianças acima de 7 anos desde que autorizadas pelos pais, ou seja, alem de assinar o termo de responsabilidade um deles deverá estar presente na data do salto e o termo deverá ser reconhecido em cartório.

O peso sem adicional de custo é de no máximo 100Kg. Para quem está acima disso até 120kg paga um adicional de R$ 80,00.

 Mais informações:

Contatos (15) 3263-4861 – (11) 7888 6606 – (11) 7760-4096

Nextel 9* 44 859 / 9*309085

Skype - renata_schumann

MSN – rodraoquedalivre@hotmail.com , tacta@hotmail.com, quedalivrearea@hotmail.com

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Twitter – QuedaLivrePQD

Centro Nacional de Paraquedismo – Boituva – SP

 

 

 

 

Boituva

Postado em : domingo, dez 19, 2010

A área do município de Boituva era habitada antes do período da evolução progressista alcançada no século XIX, por indígenas da tribo Guaianazes nos arredores de Porto Feliz e pelos índios Carijós por Sorocaba.

Os índios chamavam o lugar de M-Boituva, que na língua Tupi Guarani significa “muitas cobras”, devido ao grande número de espécies que havia no local.

O local considerado lindo, com belas colinas, clima agradável era considerado uma área livre de enchentes. Cultivavam-se tubérculo, milho e algodão e suas colinas não concentravam muitos indígenas devido ao grande número de serpentes que viviam nas proximidades.

Era uma região entre duas cidades muito importantes na época e a área pertencia aos dois municípios de Sorocaba e Porto Feliz.

A população de Sorocaba nos meados do século XIX já era estimada em 25 mil habitantes. A cidade de Porto Feliz, ponto de partida das famosas monções que a princípio tinham funções administrativas, militares e científicas, se tornou ponto de partida de grandes expedições de aventureiros em busca de ouro.

No meio destas duas cidades ficava Boituva já oficialmente com sua área reconhecida pelo nome. Mapas da época já apontavam os bairros de Corumbá, Pinhal, Sítio Grande e Pau D’alho onde já residiam moradores e pousadas de descanso para viajantes, tropeiros, mascates e várias mudanças já instaladas. Existiam também caminhos para carros de boi com a finalidade de recolhimento das produções da área.

Várias sesmarias já haviam sido doadas nas áreas próximas. Primeiramente a José de Campos Bicudo, em 1726, quando foi oficializado o nome Boituva, e também outra, cedida a João Fernandes Maciel ainda no ano de 1766.

Outras terras devolutas também foram doadas nas proximidades, mas o boituvense de coração Francisco de Oliveira Filho, em seu livro “Boituva de Ontem”, com muita propriedade, valoriza as terras doadas para João Fernandes de Campos Bicudo.

Constam vários de seus descendentes na história de nossa cidade, como o Coronel Arruda Botelho que, na penúltima década do século XIX, veio morar e marcou sua vida de forma elogiável.

Vieram também na metade do século gaúchos do Sul, tropeiros que foram se fixando na área, entre eles Jerônimo Soares Rosa, que adquiriu uma sesmaria no bairro Pinhal e dali deram início a uma das mais antigas indústrias, instalada em 1902.

Vicente Ferreira Prestes, um dos gaúchos vindos nos meados do século XIX, teve suas atividades centralizadas em Porto Feliz, e João Rodrigues Leite, adquiriu terras na região já conhecida como Boituva. No bairro Água Branca se estabeleceram diversas famílias, entre elas a família Miranda.

O cenário estava montado para o progresso com produção agrícola, pecuária, e também estradas ligando as duas cidades vizinhas como Tatuí, Tietê e Cerquilho. Outros bairros já começavam a ser povoados e entre eles Sítio Grande, na época pertencente ao município de Sorocaba e vários locais de parada de tropeiros já existiam pelas estradas da época. Eram os chamados “bolichos”.

A produção não era valorizada devido ao alto custo do transporte para os centros consumidores. O grande impulso foi dado pela Sorocabana com projetos de avanço ao interior da província.

Nos planos da ferrovia constava uma estação com o nome do lugar já conhecido como Boituva, onde seria instalada uma estação tronco e de onde partiriam ramais para outras regiões da Província de São Paulo.

João Leite que tinha terras tomou conhecimento dos planos da Sorocabana e se entendeu com a direção da ferrovia doando as terras para a estação a ser instalada. Em 16 de Julho de 1882 foi inaugurada a estação.

Então, se fixaram funcionários da ferrovia e armazém de abastecimento. Foram montados, alguns pequenos hotéis, restaurantes, pensões e outros comércios. A produção agrícola aumentou com a chegada da Maria Fumaça, o que tornou compensador plantar, pois alcançavam os melhores preços, com maior rapidez na chegada do produto ao destino e com frete mais econômico.

Pessoas com idéia de residir em Boituva foram chegando. Ainda no século XIX, chegaram as famílias Vercellino e Bertoldi que deixaram a Itália e a Áustria para morarem na cidade após breve passagem pelo Rio de Janeiro.

As famílias Gianotti e Labronici da Bela Pieve Foxiana e Arruda Botelho, vieram se estabelecer pela cidade. Vindo de Porto Feliz, também o português Pereira Ignácio, depois de tentar a vida em São Manoel e Botucatu; os Trujilo vindos das Ilhas Canárias; Cezidio Primo que deixou a cidade de Vitorito na Itália. O mesmo aconteceu com os Miranda, Ribeiro, Monteiro descendentes da miscigenação de índios com portugueses.

Com o fechamento de Ypanema, os Walter, Pfifer, Essel, Holtz, de descendência austríaca e alemã e outros imigrantes adquiriram terras principalmente no Pinhal e Sítio Grande e a Alexandrina B. Vercellino.

A cidade de Boituva lhes deve a construção da primeira capela na área hoje urbana. O Coronel Arruda Botelho usando o seu prestígio político em Porto Feliz instalou o primeiro posto de gasolina e o cemitério.

Todos contribuíram e aliaram seus esforços com outros que por Boituva apontaram no princípio do século XX, quando chegaram as famílias Mazulquim, Ferrielo, Sartorelli, Franco, Barreto, Teles, Silva, Nogueira, Vitielo, Genaro, Leme, Ruscone, Assis, Prestes, Martins, Ferraz Pacheco, Christo, Mosquioni, Bueno, Gomes, Laureano, Barros.

Nesta época também chegaram as famílias de imigrantes que vieram contratadas para trabalharem na cultura do café em municípios vizinhos e de outras regiões. Quando tinham seus contratos vencidos adquiriram terras, como aconteceu com os Tirabassi, Soncim, Candioto, Moretti, Favoretti e tantos outros.

Os sírios libaneses, de tantas histórias para contar, como as famílias Issa, Abussanra, Amaro, Thame, Assad, Eid, Agostinho, Tanos, Xocaira, Macruz, Haddad, Thomé, Jorge e outros que juntamente com os que já estavam por aqui, são moradores com muitos créditos pela evolução e progresso da cidade que começou a partir de uma simples estação.

Os ciclos produtivos foram se sucedendo através do algodão, a alfafa, o café, a cana e o que mais projetou a cidade foi o abacaxi, que era conhecido internacionalmente. Hoje, a produção de cogumelos e a olericultura tem os maiores destaques.

Novas famílias foram chegando com o único objetivo de se estabelecerem para trabalhar e contribuir para o progresso. Chegaram os Luvizotto, Cizotto, Mescolotto, Mondini, Peixoto, Modanez, Sr. Walter da indústria Taunus, Bettiol, Marcon, Rudi, Urso, Oliveira, Serrão, Moro, Melaré, Pico, Galvão, Marcusso, Frizo, Simoneti, Botechia, Bento e tantos outros.

Cidade multirracial, Boituva apresenta grande diversidade étnica. São índios, negros, italianos, austríacos, portugueses, sírios libaneses, alemães e tantas outras gentes que plantaram no solo de Boituva seus sonhos de uma vida melhor.

As tradições e costumes destas etnias são valorizadas e conservadas até hoje na gastronomia, na arte e nas variadas atividades econômicas. As marcas da colonização enriquecem até hoje a cultura da cidade e contribuem no sucesso e na criatividade de um povo vencedor.

Fonte: Prefeitura de Boituva

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